Prefeito e vereadores recebem a equipe de imprensa do Correio Brasiliense, que em matéria retratam a situação dos Correios em Girassol.

Há cerca de dois meses, a dona de casa Elizabeth Teles dos Santos, 60 anos, não recebe nenhuma correspondência. As contas estão atrasadas. A carta que esperava para poder retirar um dinheiro do INSS, também. Ela mora em Girassol, distrito de Cocalzinho (GO), a 50km do centro do município goiano e a 126km do Plano Piloto. Até o início de junho, uma agência comunitária dos Correios funcionava a algumas ruas da casa dela, mas precisou ser fechada por falta de verba. A prefeitura recebia R$ 1.420, 29 do órgão federal, insuficientes para cobrir as despesas do posto. Desde então, a população ficou sem o serviço. “A agência mais próxima fica perto da avenida principal de Cocalzinho, e a passagem até lá custa R$ 13, ida e volta. Não tenho dinheiro. Então, dependo da boa vontade de algum vizinho que possa trazer as nossas cartas”, lamenta Elizabeth.

Há cerca de dois meses, a dona de casa Elizabeth Teles dos Santos, 60 anos, não recebe nenhuma correspondência. As contas estão atrasadas. A carta que esperava para poder retirar um dinheiro do INSS, também. Ela mora em Girassol, distrito de Cocalzinho (GO), a 50km do centro do município goiano e a 126km do Plano Piloto. Até o início de junho, uma agência comunitária dos Correios funcionava a algumas ruas da casa dela, mas precisou ser fechada por falta de verba. A prefeitura recebia R$ 1.420, 29 do órgão federal, insuficientes para cobrir as despesas do posto. Desde então, a população ficou sem o serviço. “A agência mais próxima fica perto da avenida principal de Cocalzinho, e a passagem até lá custa R$ 13, ida e volta. Não tenho dinheiro. Então, dependo da boa vontade de algum vizinho que possa trazer as nossas cartas”, lamenta Elizabeth.

O convênio entre a prefeitura de Cocalzinho e os Correios venceu em 25 de maio. Antes disso, Gonçalves notificou a instituição e pediu que assumisse as despesas do posto de Girassol. Os Correios, no entanto, justificaram que a unidade de Cocalzinho cobriria as necessidades da população. Assim, o posto comunitário ficou abandonado. Em 28 de maio, o local sofreu uma tentativa de assalto. Na semana seguinte, funcionários dos Correios levaram todos os equipamentos, deixando o prédio vazio. “Para que a agência fosse reaberta, entramos com uma ação contra o órgão no Ministério Público Federal (MPF), e o parecer da Justiça foi favorável a nós. Uma audiência foi marcada para 5 de agosto”, diz o prefeito.

Fonte Texto: Correio Brasiliense.

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